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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

BBC Series: Being Human UK.

Recentemente adquiri uma certa obsessão em torno de um certo ator, o que não é muito raro de minha parte, amante de filmes como sou. O ator da vez foi Aidan Turner que, entre outros papéis, também representa o Kili de O Hobbit. ( No caso, talvez, tudo seja mero reflexo do meu amor obsessivo pela Terra-Média. Não importa.).

Tendo um pouco de tempo livre, decidi que iria atrás dos trabalhos do meu preferido ( não só dele como do Richard Armitage, Dean O'Gorman, Lee Pace.....mas isso é assunto para depois.) e devo dizer que a lista de trabalhos dele me impressionou não pelo tamanho, mas pela quantidade de coisas que eu me vi necessitando em ver. E a primeira delas foi a série Being Human, produzida pela BBC e ainda em produção.

O seriado conta com duas versões, a versão inglesa, na qual Aidan Turner faz o vampiro John Mitchell que, junto com o lobisomem George Sands - interpretado pelo fofíssimo Russel Tovey - aluga uma casa na qual uma garota, Annie Sawyer ( Lenora Crinchlow), reside, morta.

Sim, em resumo, um lobisomem, um vampiro e uma fantasma dividem uma casa.

O que parece uma piada é, na verdade, um drama bem explorado e muito muito feito. A série está, atualmente, na quinta temporada - que acabou de ser anunciada com sua data de lançamento.


Para os sériemaníacos e, especialmente para os de coração forte, eu recomendo com ardor que se deem ao trabalho de assistir Being Human UK. 


PS: Não bastasse a "fofíssssse" extrema do Russel Tovey e essa sua carinha de "Need-a-hug", recentemente ele ainda foi assistir O Hobbit e postou a seguinte foto.

"Mitchell and George re-united!"


Tem como não amar?

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Uma viagem MUITO esperada.

Então...eis que aqui retorno à vocês com grandes notícias: Eu fui assistir a'O Hobbit. Como uma boa nerd Tolkeniana, lá fui eu assistir O Hobbit na estréia. E mais duas vezes depois disso. Não que tenham sido o suficiente.

O Hobbit, publicado pela primeira vez em 1937, conta a história de um hobbit (Oh, Really?!) chamado Bilbo Bolseiro ( No original, Bilbo Baggins), que um dia qualquer recebe a visita de treze anões e um mago, que o convencem a participar de uma aventura até Erebor, a Montanha Solitária, aonde Thorin - o líder da companhia- iria retomar seu reinado por direito, tornando-se Rei Sob a Montanha.

Sinopse feita, vamos às minhas impressões pessoais - e, eu admito, levemente surtadas - sobre o filme que eu passei quase uma década esperando.

Da primeira vez que eu assisti O Hobbit, eu não consegui chegar logo no começo, o que significa que eu perdi a primeira cena dos anões em Erebor. E eu perdi Thranduil. O que é uma coisa muito triste por motivos de: Lee Pace com cabelo platinado.

E se vocês não sabem, Thranduil é o pai do Legolas. O que explica a beleza da família e só aumenta mais a fama da beleza élfica.

Mas...deixando os seres alongados, delicados, loiros, belos e suaves para trás. Vamos falar sobre os anões. Até por quê, eles realmente merecem.

( Da esquerda para a direita, começando por cima: Glóin, Kili, Bofur, Bifur, Óin, Ori, Balin, Fili, Thorin Oakenshild [ao centro], Dwalin, Dori, Bombur e Nori.)


O filme é, sem dúvida, um prato cheio para quem já é fã das histórias de Tolkien, mas eu sei que mesmo aqueles que nunca assistiram a trilogia original de O Senhor dos Anéis vão apreciar - e digo isso por ter assistido em companhia de pessoas que estavam nessa situação.

Mas se você é uma pessoa cética e acha que não vai gostar do filme, aqui vão três motivos para ver o filme.

Primeiramente:

Sim. Duas razões em uma. Senhoras e senhores: Fili e Kili.


Em segundo lugar:


Lee Pace de cabelos platinados. (Não, nunca vou me cansar disso).

E por último e não menos importante:


Thorin Oakenshild, a.k.a, Richard freaking hot Armitage.



Mas, se esses três motivos não foram suficientes vá assistir pela incrível trilha sonora, pela direção impecável de fotografia e pelos efeitos especiais incríveis que fazem de O Hobbit o melhor filme do ano.


O Hobbit - uma jornada inesperada, é a primeira parte da trilogia que terá seus dois filmes subsequentes em Dezembro de 2013 e julho de 2014. Para os que ainda não se permitiram embarcar na narrativa de Tolkien, eu sugiro que não só assistam o filme como leiam o livro. Vale muito à pena.